Portal SBE -Saúde Baseada em Evidências

 

portal sbeA SGTES/MS em parceria com CAPES e BIREME disponibiliza o Portal SBE – Saúde Baseada em Evidências. O portal consiste na disponibilização de base de dados e publicações científicas sistematicamente revisadas baseadas em evidências voltadas para diferentes profissões na área de saúde. O principal objetivo do Portal é democratizar o acesso à informação em saúde para tomada de decisão.

O acesso está disponível aos profissionais das áreas da saúde e informação, gestores e estudantes da área da saúde.

O portal pode ser acessado pelo endereço: psbe.ufrn.br

É preciso realizar um cadastro prévio para acesso das bases que compõem o portal.

Aproveite também e acesse o vídeo da webconferência de divulgação do Portal SBE disponível no Youtube. Nesse vídeo você encontrará informações e orientações para utilização do portal.

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Como será a avaliação por pares em 2030?

Em mais um texto publicado pelo blog SciELO em Perspectiva, Ernesto Spinak traça algumas tendências e possibilidades de como será a avaliação por pares (peer review) em 2030. Spinak baseia seus argumentos nos resultados obtidos em um workshop realizado em novembro de 2016 idealizado pela BioMed Central e Digital Science.

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http://blog.scielo.org/blog/2017/07/26/como-sera-a-avaliacao-por-pares-em-2030/#.WXtEElGQwi0

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“plágio acidental” e o “plágio pelos pareceristas (peer reviewer)”

Ernesto Spinak comenta sobre mais  dois tipos de plágio no blog SciELO em Perspectiva. Vale a pena conferir.

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http://blog.scielo.org/blog/2017/07/20/etica-editorial-outros-tipos-de-plagio-e-contando/#.WXD3tYTyuHs

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Universidades brasileiras contra o plágio

Por REVISTA FAPESP | ED. 257 | JULHO 2017

http://revistapesquisa.fapesp.br/2017/07/18/universidades-brasileiras-contra-o-plagio/

Campanhas, softwares e treinamento são utilizados por grandes instituições de ensino superior no país para coibir a cópia de trabalhos acadêmicos.

Algumas das maiores universidades brasileiras se mobilizam para coibir o plágio em trabalhos acadêmicos de estudantes e professores. Em março, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) lançou uma campanha com peças publicitárias que exibem frases como “troquei seis por meia dúzia”, “aproveitei só um pedacinho do texto” e “só usei uma vez essa imagem”. “São expressões frequentemente utilizadas pelos alunos para justificar a prática. Adotamos uma linguagem simples e direta para mostrar aos estudantes que plágio é crime”, diz José Ricardo Bergmann, vice-reitor da PUC-Rio. Ele explica que o esforço da instituição não se restringirá aos cartazes. “Até o final do ano, serão realizados seminários e debates para esclarecer dúvidas a partir de casos concretos.”

Para Bergmann, programas educativos devem ser o foco da estratégia para promover a integridade científica, mas diz que é preciso se preparar para agir diante de problemas concretos. Ele ainda faz um alerta: “O plágio pode ser fruto de má-fé, mas muitas vezes ocorre por falta de preparo do aluno, que não sabe como fazer citações e referências nem compreende bem o conceito de autoria.”

Na Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, um estudante de mestrado da área de biologia também teve a dissertação cancelada, pois havia utilizado dados levantados por um colega de laboratório sem dar os créditos. “O aluno justificou que não sabia que estava cometendo plágio”, relata Carlos Gilberto Carlotti Junior, pró-reitor de Pós-graduação da USP. A universidade concede mais de 7 mil títulos de mestrado e doutorado por ano e, até recentemente, recorria a uma série de ferramentas e sites gratuitos para monitorar o plágio entre seus alunos.

No início do ano, a USP reforçou essa estratégia adquirindo o software Turnitin, criado em 1998 na Universidade da Califórnia, Berkeley, nos Estados Unidos. Utilizado em cerca de 5 mil instituições de ensino de 150 países, o programa gera um relatório que aponta o percentual de similaridade de determinado texto comparando-o com uma ampla base de dados composta por 62 bilhões de páginas da internet, 697 milhões de trabalhos produzidos por alunos e 175 milhões de monografias, livros e artigos científicos. Além de serviços pagos como o Turnitin e seu principal concorrente, o CheckForPlagiarism.net, existem softwares gratuitos, como o Plagiarism Detector e o Duplichecker. O Turnitin e o CheckForPlagiarism.net fazem varreduras não só em documentos disponíveis na internet, mas também em bases de dados próprias.

Na USP, a ferramenta Turnitin é gerenciada pelo Departamento Técnico do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi), que oferece o serviço aos professores credenciados na pós-graduação. “O uso do software busca ajudar o professor e complementar seus esforços para assegurar a qualidade de um trabalho acadêmico. É papel do orientador acompanhar o projeto do aluno e identificar falhas”, explica Carlotti.

Substituição por sinônimos
O programa é eficiente, mas não resolve sozinho o problema. Carlos Frederico de Oliveira Graeff, pró-reitor de Pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp), instituição que também utiliza o software, adverte que o Turnitin tem limitações. “Por exemplo, trechos copiados de outro colega ou de livros que não estejam disponíveis na internet não podem ser detectados”, conta. Segundo ele, a intenção também é usar o Turnitin para embasar discussões em sala de aula. “Muitos alunos pensam que o plágio se limita a copiar um trecho de um texto sem dar créditos ao autor. Mas copiar um texto substituindo algumas palavras pelo sinônimo também é plágio, como o software é capaz de apontar.”

Em 2015, a Turnitin divulgou uma pesquisa que realizou com 1.437 estudantes de ensino médio, graduação e pós-graduação de todos os continentes. Identificou-se que metade dos trabalhos acadêmicos verificados pelo software tinha mais de 50% de conteúdo não original. Recentemente, a Unesp fez um balanço do uso do Turnitin na instituição. Das 3 mil teses e dissertações defendidas em 2014, 23% continham algum trecho copiado sem dar crédito à fonte original. Esse percentual caiu para 13% em 2016. “Ao saberem que os trabalhos são submetidos a uma verificação, os alunos provavelmente estão pensando duas vezes antes de copiar”, supõe Graeff.

Há consenso entre especialistas e gestores acadêmicos de que o problema tem origem no início da formação do aluno, sobretudo a partir do ensino médio. Resultados parciais de um estudo coordenado por Sonia Vasconcelos, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado este ano nos Anais da Academia Brasileira de Ciências, incluiu uma pesquisa com 42 professores do ensino médio de biologia, química e física de um colégio federal no Rio de Janeiro. Os resultados mostram que, para 41% dos professores, os alunos não cometem plágio quando citam a fonte na bibliografia, mas copiam parte do texto sem fazer uso de aspas ou indicar que o trecho foi retirado de outra obra. Isso sugere, segundo o estudo, que boa parte dos professores tem dúvidas sobre o conceito de plágio. Observou-se ainda que 50% dos docentes entrevistados disseram que nunca ou raramente receberam orientações sobre plágio enquanto cursavam a graduação. A UFRJ é pioneira na criação de programas de integridade científica no Brasil (ver Pesquisa FAPESP nº 233) e em 2014 disponibilizou a utilização do Turnitin para detectar plágio em trabalhos de alunos. O software deixou de ser oferecido aos docentes devido a cortes no orçamento da instituição.

“Com o avanço das mídias digitais nas últimas décadas, o aluno que acaba de entrar na universidade infelizmente está bastante habituado a consultar o Google para fazer trabalhos escolares”, avalia Esper Cavalheiro, pró-reitor de Pós-graduação e Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “É preciso enfrentar esse problema desde cedo na escola, caso contrário a prática continuará causando problemas na graduação.” A universidade criou recentemente uma Comissão de Integridade Acadêmica, que, entre outras atividades, desenvolve programas educativos para combater o plágio. Um curso on-line para alunos de graduação e pós-graduação deverá ser oferecido em breve. “A ideia é que todo aluno que ingressar na Unifesp, especialmente aquele que acabou de deixar o ensino médio, seja obrigado a passar pelo treinamento”, informa Cavalheiro.

 

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Vídeo promocional da BIREME – 50 anos

História, missão, conquistas e os produtos oferecidos pela BIREME. Tudo isso você encontra nesse vídeo promocional que celebra o cinquentenário da instituição. Assista e confira!

vídeo bireme

 

 

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Journal of Applied Oral Science aumenta seu Fator de Impacto em 2017!

jcrA edição de 2017 do JCR (Journal Citation Reports), publicada pela empresa Clarivate Analytics, foi divulgada no último dia 14 de junho.

O Fator de Impacto (FI), como é denominado o índice, tem por finalidade mensurar o nível de prestígio e visibilidade de uma revista científica dentro de sua área de conhecimento. Vale lembrar que o Fator de Impacto se caracteriza como o principal e mais respeitado indicador internacional de qualidade dos periódicos científicos. O índice deste ano foi calculado com base nas citações recebidas no ano de 2016 para os artigos publicados nos anos de 2014 e 2015.

Indexado desde 2009 no JCR, o Journal of Applied Oral Science tem apresentado uma evolução bastante significativa ao longo dos anos, obtendo um FI de 1.342 para o ano de 2017. Para termos uma ideia de sua evolução, o primeiro FI do JAOS em 2009 foi de 0.386.

Também devemos destacar que o JAOS ocupa a 11ª posição em um ranking de 129 revistas de todos os periódicos brasileiro indexados na base. Dentro da categoria “Dentistry, Oral Surgery & Medicine” o JAOS ocupa a 56ª posição num total de 90 revistas.

Confira no gráfico a evolução do JAOS no JCR nos últimos 5 anos.

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Fonte: Clarivate Analytics

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Treinamento Elsevier – Webinar

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BIREME – 50 anos!

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Desde 1967, a BIREME, conhecida sigla para então Biblioteca Regional de Medicina, tem trabalhado para reunir a informação em saúde dos países da América Latina e Caribe.

Sendo um centro de informação da Organização Pan-Americana da Sáude – OPAS/OMS, a BIREME, teve e continua desempenhando, papel fundamental para a visibilidade e acesso à informação científica dessa região. Entre os principais produtos oferecidos destaca-se a LILACS (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde), importante base na literatura científica na América Latina e Caribe.

No ano que completa seu cinquentenário a BIREME disponibilizou um site comemorativo para partilhar sua trajetória, conquistas e perspectivas na geração da informação científica em saúde na nossa região.

Ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre a BIREME. Acesse o hotsite e confira!

 

 

 

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ORCID – tutorial

orcidO ORCID (do inglês Open Researcher and Contributor ID) é um identificador único e permanente de um autor/pesquisador . É um esforço que tem por objetivo resolver ou diminuir o problema da ambiguidade e semelhança de nomes de autores e indivíduos em seus mais diversos fins.

Em setembro de 2016 a Universidade de São Paulo se afiliou à ORCID como membro institucional. A afiliação da USP permite gerar ORCID IDs autenticados ou autenticar os ORCID IDs existentes de todos os integrantes da comunidade da USP. Por essa razão é recomendado que todo docente, pesquisador e estudante da USP crie e mantenha seu registro ORCID atualizado.

Objetivando esclarecer e orientar a comunidade sobre como proceder o registro e atualização do ORCID, o Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo (SIBi) criou um tutorial que se encontra disponível em seu portal.

 

 

 

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Encontrando artigos em acesso aberto

Muito interesse e necessidade de encontrar artigos em acesso aberto? Talvez o texto escrito por Ernesto Spinak para o blog SciELO em Perspectiva possa ajudar com algumas dicas de ferramentas existentes que podem ser usadas em seu navegador. Clique na imagem e confira o texto completo.

 

acesso aberto scielo

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